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Programa Mais Alfabetização terá investimento de R$ 523 milhões nos próximos dois anos

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Lançamento da proposta ocorreu na manhã desta quarta-feira (28), em Brasília. Alfabetizadores terão apoio de assistentes em sala de aula
por PlanaltoPublicado: 28/03/2018 14h04Última modificação: 28/03/2018 14h23

André Nery/ MEC

André Nery/ MEC

Para favorecer o desenvolvimento dos níveis de leitura, escrita e matemática dos alunos matriculados nos dois primeiros anos do ensino fundamental, foi lançado o Programa Mais Alfabetização na manhã desta quarta-feira (28), em Brasília.

Com investimento de R$ 523 milhões, o programa pretende, em dois anos, mudar realidade constatada na edição da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), em 2016, que apontou que 55% das crianças que concluem o terceiro ano apresentam desempenho insuficiente para leitura e 54%, em matemática.

“Com o governo aplicando nas nossas crianças, teremos resultados ainda melhores”, comentou Nadir Moura, diretora da Escola Municipal Evangélica Monte Moriá, em Goianésia (GO). A unidade de ensino conquistou título de reconhecimento por ter obtido mais de 90% no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

“Nosso papel é trabalhar, desenvolver, formar cidadãos. Não podemos construir uma casa se o alicerce não for bem construído”, disse a diretora Euza Lucidalva, da Escola Professora Francisdete Tenorio de Holanda e Silva, na cidade de Barra de Guabiraba (PE), outra instituição também reconhecida pelo trabalho de alfabetização.

Assistente de alfabetização

Os professores do programa terão apoio técnico de um assistente de alfabetização em cada turma. Esse profissional passará 5 ou 10 horas semanais em sala, dando suporte ao professor alfabetizador. A escolha dos assistentes é uma tarefa das secretarias de educação, mas o MEC vai apoiar esse processo, sugerindo um edital com análise de títulos, prova escrita e prova prática. A única exigência, entretanto, é que haja um processo seletivo.

O Mais Alfabetização é apoiado pelo Consed (Conselho Nacional de Secretarias de Educação) e pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Fonte: Planalto, com informações do Ministério da Educação

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